Life, Architecture and Love.

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Greenfield Living by Minarc

pulando fora.

É chegada a hora em que você questiona a si próprio, sobre isso. Depois de tudo, tantos fatos, tanta conversa, tantos desencontros, tanto embaraço, tantas mensagens vazias, tantas mensagens tão cheias, tantas cenas inéditas, tanta vontade de seguir em frente, tanta vontade de voltar atrás, tantos sabores, tantas trocas de olhares, tantos abraços, tantos pedaços de uma vida que você quer ou não, viver.

Você alcança um ponto em que pára de simplesmente seguir com aquilo, e pensa sobre como essa corrente vai influenciar todo o fluxo. Você reflete sobre a forma indefinida que isso se tornou, e sobre como você a quer: realmente definida, ou inexistente. Mas o pior de tudo, é que isso não depende só de ti; depende da outra parte que até hoje tu  não entende direito.

Manter e ter um pouco, ou não ter nada? Se esse pouco te destrói, destrua-o. Tranquilamente o fará, se a isso enxergar. O problema maior reside no fato de tu não saber lidar com aquilo, por não entender exatamente os teus sintomas. Não é fácil escolher um lado da moeda, mas faça-o, antes que a ilusão tome conta de ti e o destino se apresente como o vilão do conto.

Os domingos me deprimem.: Um pouco sobre mim. Eu sou a Rocha. Ela é o Vento.

eubruvi:

Eu sou daqueles caras como o Joel Barish de “Brilhe Eterno de Uma Mente Sem Lembranças” consigo me apaixonar por qualquer pessoa que me dê um pingo de atenção. Mas não é aquele tipo de paixão efusiva, ou algum tipo de paixão carnal, é porque sei lá, eu sou assim, um cara…

Os domingos me deprimem.: Por mim, tudo bem.

eubruvi:

Agora me responda: você acha justo querer minha amizade enquanto vive feliz nos braços de outro alguém? Acha fofo eu bancar o amigo e ouvir todos os seus reclames, todas as suas neuras com o tédio e toda a sua insegurança referente ao seu novo companheiro?

Eu deixei a porta aberta pra você…

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